domingo, 17 de janeiro de 2016

02 / 02 - Rose no Mundo Paralelo

Segundo Arco - Parte 2

Naquela manhã todos foram acordados por um grito de horror, não se sabia a origem daquele grito logo de inicio, mas ele ecoava pela casa toda causando temor aquém o ouvisse, era Jackie Tyler que gritava a todo pulmão.
-Ela está morta, MEU DEUS DO CÉU! Alguém me ajude, Rose está morta!


* * *

Rose se levantou da cama e seguiu a voz o mais rápido possível, vinha do quarto de sua mãe e seu pai. Ela nem bateu na porta, entrou logo de supetão. A cena que ela encontrou foi de Peter Tyler abraçando sua mulher e mandando-a ficar calma, no chão, do lado da cama do casal estavam os restos mortais do que um dia foi Rose a cachorrinha de Peter.
                Rose era o nome de uma linda cachorrinha que um dia pertenceu a Jackie Tyler daquele mundo paralelo antes de ser morta numa invasão de Cyberman. Rose simplesmente não gostava muito da cachorrinha, ela a olhava como se fosse sua substituta. Mas era simplesmente lindo e adorável, só que a vendo naquele estado, uma mistura de pelo e osso no chão de cerâmica frio era impossível não ficar triste, mas oque teria causado aquilo?
-Como isso aconteceu? – perguntou Rose passando pelos restos mortais da cachorrinha no chão e indo ate sua mãe e a abraçando junto com seu pai
-Eu não sei... Eu me acordei de manha e virei de lado, quando olhei pro chão lá estava ela!
                Rose se preocupou com sua mãe, toda aquela agitação poderia fazer mal a seu irmãozinho que ainda estava na barriga de sua mãe, a abraçou mais forme para ela se sentir mais afeto.
-Como você está mãe?
-Eu... Estou... – começou Jackie fazendo grande suspense – com calor, saiam de cima de mim!
                Peter e Rose se afastaram de repente deixando que Jackie respirasse profundamente. Rose não conseguia parar de pensar no hospital e naquela sensação de quando ela entrou dentro de casa. Alguma coisa a havia seguido. Essa era a resposta mais obvia, alguma coisa tinha seguido Rose ate sua casa e ameaçado sua mãe daquela forma. Seja lá que isso for conseguiu chamar a atenção de Rose e ela não descansaria ate resolver tudo.
-Mãe eu vou chamar os técnicos do Torchwood para remover isso – disse Rose pegando o celular
-E ele vão impedir que meu bebê seja morto quando nascer? – retrucou Jackie meio paranoica
-Querida calma, não fale assim com Rose... – Disse Peter
-Como não, se ele não tivesse encostado nem os pés no instituto Torchwood desse universo. Nós conseguimos uma segunda chance quando viemos pra cá, mas é claro que alguém tinha que estragar...
-Jackie Tyler! Isso é jeito de falar com, Rose...
-Não me importo, eu estou GRAVIDAAAAAAAAAAAAAH – Gritou Jackie
                Jackie tinha começado a gritar sem parar como se sentisse uma dor muito forte vinda de seu ventre. Peter ficou sem entender por alguns segundo, mas logo então ele soube oque estava acontecendo, sua esposa estava em trabalho de parto.
-Querida você estar...
-Estouuuhuuu – gritou Jackie interrompendo Peter
-Rápido pai, desça rápido, passe pelo quarto de Samira e peça para que ela venha me ajudar a descer a mamãe pelas escadas, depois corra e vá ligando a caminhonete e estacionando em frente ao portão principal...
                Foi tudo como Rose tinha dito, em pouco tempo Samira a empregada da casa estava entrando toda assustada dentro do quarto do casal de camisola branca e florida. Ela ajudou Rose a tirar sua mãe que agora passava a gritar com mais frequência, quando estava na metade do lance de escadas Peter entrou na casa e pegou sua mulher nos braços e ajudou a descer o restos dos degraus. Dentro da caminhonete Jackie não parava de gritar e se queixar...
-Está vindo, vai rápido Peter, vamos para o hospital mais perto...
-Certo... – Disse Peter meio atrapalhado com as mãos no volante tentando se lembrar qual era o hospital mais próximo – o hospital mais próximo daqui é o Cravo e a Rosa...
-Não pra esse não! – disse Rose apertando a mão de sua mãe
-RÁPIDOOOOOOOOOO! – gritou Jackie
-Vai ter que ser esse mesmo, Rose... – disse Peter olhando o desespero de sua mulher – ou você quer fazer o parto de sua mãe?
-Mas pai...
-Parem de AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIII discutir e me levem, rápidoooooooooooooo!
                Peter pisou o pé na tabua e por mais que Rose protestasse e falasse que era uma má ideia, ele não deu ouvido. Rose só tinha uma coisa em mente, aquilo era muito ariscado, aquelas mortes estranhas tinha alguma relação com o hospital O Cravo e a Rosa, alguma coisa a tinha seguido ate em casa no dia anterior e tinha matado a cachorrinha Rose em quanto no quarto dos Tyler bem pertinho de sua mãe gravida e Rose sabia que seja lá oque for por traz daquelas mortes, era cruel o bastante para matar recém-nascidos também. Certo, se ela iria praquele lugar enfrentar uma ameaça desconhecida, Rose chamaria ajuda.
-Mickey? – ele tinha atendido no primeiro toque, Rose recebeu olhar de repreensão de seu pai por está ligando para seu EX num momento como aquele – é a Rose, bem estou indo para o Cravo e a Rosa agora, eu conto com você Mickey leve todo armamento que puder, você e Jake e dessa vez podem exagerar...
                Ao chegar no hospital foi tudo bem rápido, Rose que abriu a porta da velha caminhonete de seu pai em quanto ele dava a volta. Peter levou Jackie nos seus braços para dentro do hospital, duas enfermeiras ao ver a cena trouxeram uma maca correndo.
-Levem ela para a ALA Lobo Mau, agora! – disse um enfermeiro que acompanhou as duas mulheres de jaleco.
-Só um dos dois pode ir... – disse o enfermeiro impedindo a passagem de Rose e Peter que estavam prontos para correr atrás da maca
-Vai logo pai, corre... – disse Rose rindo – meu irmãozinho vai nascer e precisa do pai dele.
                Todo emocionado Peter correu na frente com o enfermeiro, Rose ficou sentada no banco de espera meio que sem saber o que fazer! Mickey chegaria a pouco tempo armado ate os dentes, mas oque exatamente eles fariam ali, era só um hospital infantil! Rose estava muito confusa, por mais que ela pensasse e repensasse não conseguia achar nem uma explicação para todos aqueles acontecimentos. Naquele momento parecia tudo normal, tirando aqueles acontecimentos da memoria tudo não passava de uma semana aparentemente normal em Londres com zepelins voando em pleno centro de Londres e tudo.
                “Talvez seja melhor eu avisar que sou do Torchwood” pensou Rose consigo mesma “mas e se Mickey chegar todo armado com Jake e não saber o que fazer?” Rose novamente sentiu aquela sensação de ser observada e por segundos pensou ter ouvido farfalhar atrás dela, mas ao olhar pra traz não tinha nada, só sua sombra. Automaticamente ela pensou em sua mãe, foi assim da ultima vez e se alguma coisa acontecesse à criança assim que ele nascesse? Rose sentiu seu coração bater acelerado ao pensar aquilo, ela se levantou e saiu correndo pelo corredor que viu sua mãe ser levada e logo em seguida seu pai. As enfermeiras que estavam por perto tentaram segura-la só que Rose foi mais rápida e mais forte. De repente ela chegou num corredor que se abria para os dois lados e não sabia para que lado seguir...
-E agora? – ela se desesperou, estava muito angustiada pensando em varias coisas ruins.
                De repente ela escutou um berro, ou melhor, um choro de bebê. Vinha do corredor à direita, Rose disparou correndo por aquele corredor, passou por varias salas. Ela começou a abrir cada porta que encontrava a fim de descobrir a origem daquele choro, já tinha parado, mas ela estava desesperada para encontrar... Ao fim ela abriu a porta certa e encontrou uma das cenas mais emocionante de sua vida: Jackie Tyler sentada na cama hospitalar, segurava seu filho com um sorriso de orelha a orelha e abraçando sua mãe por traz e olhando para seu filho com a mesma alegria estava Peter Tyler. Rose respirou aliviada...
-É – Rose se emocionou com a cena e entrou no quarto sorrindo – é ele?
-Vem, Rose... – chamou Peter – vem olhar seu irmãozinho...
                E lá estavam, uma família feliz... Unidos por um único objetivo. O nascimento de uma vida, era um momento magico, lindo e muito feliz. Só era triste pensar que em pouco tempo aquele dia se tornaria em uma coisa obscura que esse momento feliz irá parecer ter acontecido há muito tempo.

* * *

Mickey estava no Torchwood com Anne no computador, Jake estava na sala de treinamento. O Torchwood não era só aquela salinha na qual eles passavam a maior parte do tempo, existiam varias outras salas como a sala de produtos químicos, que ficava perto do laboratório, a sala de armas que ficava perto da sala de treinamentos e por incrível que pareça uma sala de vasos sanitários de todos os tipos e formas diferentes.
                Jake tinha acabado de decepar a cabeça de um Cyberman imaginário quando Mickey entrou na sala de treinamento ainda com o celular em mãos.
-Foi a Rose!
                Jake entendeu, correu pra um armário de ferro e Mickey lado a lado com ele começou a se armar de todas as maneiras possíveis. Mickey e Jake: o destino uniu esses dois, eles tinham passado uma temporada por Paris enfrentando Cybermans e foi nessa época em que a amizade dos dois se fortaleceu, de inicio Jake via Mickey como um substituto de seu amigo Ricky, mas com o tempo ele passou a vê-lo como um amigo de verdade e não os confundia graças as pequenas diferenças entre eles. Ricky era um cara mais durão e não aceitava falhas já Mickey era mais amigável e aceitava as falhas com mais facilidade.
­-Ela já descobriu alguma coisa dos mistérios dos ossos? – perguntou Jake
-Mistério dos ossos? – repetiu Mickey verificando a sonoridade daquelas palavras – gostei... Sim, e deve ser alguma coisa muita perigosa, pois dessa vez ela liberou geral.

* * *

O hospital “O Cravo e a Rosa” era uma construção fenomenal, de fora se parecia um daqueles antigos hospital, enorme de grande, com varias janelas e só com três porta enorme de madeira na entrada. Era um hospital do tipo segundo andar, na parte de cima tinha uma pequena sacada que pegava duas janelas tão grandes que funcionava como porta a quem quisesse sair e dar uma olhada, era lindo.
                Mickey e Jake estavam com as roupas de combate e cada um carregava uma enorme pistola na mão e uma que se parecia um fuzil nas costas. Em volta da cintura ele tinha um cinto cheio de balas para recarregar as pistolas caso acabasse as balas. E foi desse jeito que os dois entraram pela porta principal.
                Mary a recepcionista do hospital já era bastante acostumada com movimentação estranha, pessoas entrando doentes em estado grave, crianças correndo por todos os lados e mulheres gravidas a ponto de ter seu bebê entrando em desespero porta. Ela saberia resolver qualquer probleminha com facilidade. Mas os últimos acontecimentos estavam deixando-a preocupada, de repente uma criança morta e depois vêm vários repórteres com perguntas complicadas na qual ela não sabia a maioria das respostas. Quando Mickey entrou com Jake ao seu lado todo armado, aquilo a assustou, seu coração bateu acelerado e ele teve medo do que poderia ser tão serio para a policia está tão armada daquele jeito. Ela logo de inicio pensou em incomodar a dona do hospital, Hillary, mas essa era uma péssima ideia, os funcionários não gostavam de incomodar Hillary, pois temia seus empregos, oque era bastante curioso, pois Hillary era extremamente educada oque os assustava eram suas palavras severamente ásperas que ela fazia parecer bastante normal saindo de sua boca. Mickey se dirigiu ate a recepcionista com ar de superioridade, ela o olhou dos pés a cabeça assustada e parecia considerar oque fazer.
-Precisamos falar com quem manda aqui... – disse Mickey autoritário
-C –Certo – disse Mary a recepcionista respirando aliviada – quem manda aqui é Hillary a dona do hospital, não se preocupem ela mora no andar de cima!
-Ótimo, chame ela... – disse Jake ao lado de Mickey
-Eu não posso sair daqui... – disse Mary – Stevon!
                Apareceu um enfermeiro meio confuso olhando para os rapazes e depois para Mary
-Chamou, Mary?
 - perguntou ele
-Sim, Stevon... – disse ela meio nervosa – poderia levar esses jovens policiais ate os aposentos de Hillary?
-Hillary? – ele se assustou
-Não somos simples policias – disse Mickey – somos do Torchwood.
-É claro... – Mary em fim compreendeu – Stevon leve esses dois agentes ate os aposentos de Hillary...
-Sim, claro! Me sigam rapazes...
                Stevon levou eles por um corredor principal, todos os moveis do lugar era de madeira e vidro, aquele antigos moveis com detalhes elegantes, tudo dava um ar clássico ao lugar... viraram a esquerda que se abriu para uma enorme sala, tinha uma escada em frente a sala hospitalar, dois pé de planta em enorme vasos enfeitavam o inicio dos lances de escadas. Mickey e Jake subiram com Stevon na frente.
-Sejam bastante educados com a senhorita Hillary – advertiu o enfermeiro – ela detesta pessoas mal educadas e chatas. E cuidado para não irrita-la e selecionem bem cada palavra usada com ela.
                Mickey percebeu uma coisa muito diferente nesse enfermeiro. Stevon carregava uma linda rosa vermelha no bolso de seu jaleco, ele parecia muito feliz toda vez que percebia a presença da rosa em seu bolço.
-Se não for muita petulância minha... – começou Mickey – por que você carrega essa rosa?
-Essa rosa? – disse Stevon sorrindo – bem, eu estou namorando a garota mais linda do mundo – disse ele radiante como um apaixonado - eu chamei ela para jantar comigo  hoje a noite, assim que sair do expediente, vou leva-la ao melhor restaurante, acreditam que eu conseguir uma vaga para hoje a noite é muito difícil de conseguir...
-Sim e a rosa? – disse Jake impaciente
-É para ela, Esmeralda. Não é lindo o nome dela? Vou contar alguns poemas, faze-la se lembrar do por que estarmos namorando e depois darei essa rosa e entre as pétalas tem um anel é assim que eu vou pedir ela em casamento.
-Realmente vai ser legal... – disse Mickey
-Vai... – disse o enfermeiro tentando tirar o sorriso do rosto, mas não conseguia estava muito feliz.
                O andar superio do hospital era tão grande quanto à parte de baixo só que a diferença era que se parecia com uma casa, cheio de quartos, no corredor a esquerda numa enorme porta de carvalho polido foi onde Stevon bateu.
-Sim? – uma voz feminina veio de dentro
-Senhora é o Torchwood! – respondeu Stevon nervoso – eles querem falar com a senhora.
-Deixem eles entrar, depois pode ir...
                Era notável que Hillary era uma mulher impressionante, parecia que todos naquele hospital a temia por algum motivo, mesmo todos falando que ela era um posso de elegância. Mickey estava esperando uma velha senhora ao abrir a porta do quarto usando trajes tão antigos quanto o hospital, mas ele viu que estava completamente enganado, só tinha acertado em um ponto, assim como naquele começo de noite em que ela apareceu naquele corredor e colocou a repórter para correr Hillary usava longos vestido comportado, mas seu rosto Mickey não conseguiu ver naquela noite. Hillary era extremamente jovem, seu rosto aparentava ter pouca idade, ate parecia que ela queria aparentar ser velha usando roupas tão longas, não tinha maquiagem sua beleza era natural. Mickey que estava pronto para conversar com uma velha ao ver a deusa da beleza em trajes de uma velha, corou 


-Hillary? – foi o que Mickey conseguiu dizer depois de ter entrado com Jake, Hillary estava guardando alguns objetos na segunda gaveta de sua cômoda.
-Senhorita ou madame Hillary. – corrigiu ela encarando eles – então finalmente o Torchwood entrou no caso?
-Bem... S- Sim... – se atrapalhou Mickey
-Nós já estamos nesse caso a um bom tempinho, só viemos investigar o Cravo e a Rosa agora.
-Claro, deixaram o Cravo e a Rosa por ultimo afinal nada demais aconteceu aqui... Só um bebê se dissolveu em ossos...
-Nós do Torchwood sentimos muito senhora...
-Não sintam, façam alguma coisa, meus funcionários estão em pânico e quero saber o que matou aquele bebê...
-Muito bem senhorita, faremos o nosso melhor...
-Agora... –Hillary olhou para o chão como se considerasse falar pra eles.
Mickey já estava começando a entender o porquê que todos temiam aquela mulher, mesmo parecendo nova, suas palavras mesmo saindo elegantes de sua boca eram afiadas como faca, Hillary era como uma linda rosa cheia de espinhos venenosos. E todos a temia, pois ela tinha realmente poder, era dona de todo aquele hospital, e qualquer coisa que ela não gostasse bastava falar alguma coisa, pois suas palavras doíam na alma.
-Seja lá oque for senhora Hillary, pode nos falar...
-Não há nada para falar... – disse ela decidida
-Tudo bem então.
-Mas há para mostrar.
-Certo... – Mickey engoliu a seco – pode nos mostrar senhora...
-Temo que será impossível mostrar aqui agente, mas se vocês me seguirem, verão o que está me incomodando.
                Hillary passou pelos dois agentes do Torchwood sem olha-los, ela não se preocupar em saber se eles a estavam seguindo. Mickey e Jake se entreolharam e deram de ombro, depois passaram a seguir aquela mulher misteriosa. Eles novamente desceram os lances de escada de madeira, mas não foram por nem um corredor conhecido antes por Mickey, ela entrou noutro mais escuro, estava tudo mais silenciosos ninguém falava nada e eles só conseguiam ouvir seus batimentos cardíacos e suas respirações. Para onde aquela mulher os estava levando? De repente, quando eles já estavam bastante afastados, ela abriu uma porta que dava para mais escada de madeira que descia para um lugar escuro, parecia o porão.
-Está ai dentro! – disse ela
-O que? – perguntou Mickey segurando sua pistola
-Você não vai precisar de sua arma agente – disse ela dando espaço para eles descerem as escadas - isso não vai te ajudar em nada!
-O que tem ai dentro? – perguntou Jake assustado
-Eu explico lá em baixo – disse ela impaciente – agora queiram entrar por que eu quero que isso acabe logo.
                Jake também segurou sua pistola só para garantir ele e Mickey foram na frente, desceram com suas armas em punho, um degrau de cada vez, estavam atentos a qualquer movimento. Era notável o som de um farfalhar, aquele som que só se ouve a noite, um som calmo e assustador. Pela pouca luz que entrava pela porta mais a cima eles perceberam algumas prateleiras de madeiras antigas com coisas em cima delas, Mickey conseguiu distinguir baldes e alguns produtos que ele não sabia ao certo o que era. No piso do porão tinha uma coisa escura caída no chão, quando eles terminaram de descer as escadas rodearam o que se parecia um corpo caído no chão com as armas apontadas para ele, logo atrás deles veio Hillary que foi ate um canto da sala e ligou as luzes confirmando que realmente se tratava dos restos mortais de uma pessoa.



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