quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

02 / 01 - Rose no Mundo Paralelo

Segundo Arco - Parte 1


<<==Anteriormente, no Arco: 1______________________________________________________
~~ Rose tinha ficado muito abatida quando o Doutor a deixou no “mundo do Peter” (nome dado pelo próprio Doutor), sua tristeza e seu medo de ficar sem ele para sempre foi tanta que ela conseguiu atrair umas criaturas chamadas de Freyd que só se alimentam de medo, no auge de seu sofrimento as criaturas se revelaram a uma parte da população que tinha algum motivo para ficar triste. Ao fim Rose descobriu que ela era a fonte de tudo, quando ela em fim deixou de ter medo, ela cortou a ligação que alimentava as criaturas impedindo que atacassem os adultos novamente, sendo assim só crianças seriam seus alimentos. ~~
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Naquela manhã todos foram acordados por um grito de horror, não se sabia a origem daquele grito logo de inicio, mas ele ecoava pela casa toda causando temor aquém o ouvisse, era Jackie Tyler que gritava a todo pulmão.
-Ela está morta, MEU DEUS DO CÉU! Alguém me ajude, Rose está morta!

(24 horas antes)

Rose estava no instituto Torchwood, era incrível estar ali, num instituto onde o foco era pesquisar e descobrir possíveis coisas alienígenas e não poder encontrar o seu aliem preferido, nascido em Gallifrey, de dois corações, com sua caixa magica azul. Rose sentia muita falta de seu Doutor.
                Na sala, Anne tentava ensinar a Mickey mexer um pouco no seu computador. Rose desconfiava que ela possivelmente estaria apaixonada por Mickey só que ele era idiota demais para perceber isso e mais ela não largava seus fones “ear-pods” Rose já começava a ver aquilo sendo parte dela, assim como um celular faz parte de todo adolescente.
Jake estava sentado num sofá super confortável do Torchwood procurando alguma coisa de bom na TV. Ele parou num programa jornalístico. A baixo da reporte o titulo da noticia dizia: “Mistério: os animais das ruas de Londres se dissolveram em pelo e osso”
-Será alguma doença rara? – a reposta estava numa viela ao lado de um beco e algumas latas de lixo a baixo dela tinha um montinho de pelo preto e ossos que pertenciam a um cachorro vira-lata – Ou mais um caso a ser investigado pelo Torchwood?
-Rose, olha isso... – disse Jake – vocês também, Mickey e Anne!
-Se for uma doença rara, será que estamos protegidos? – continuou a repórter -  Será que existe cura para isso? E se for um caso de uma ameaça alienígena, o Tochwood está por dentro do assunto? Bem... Seja lá oque for só nos resta se perguntar isso, aqui é Marisa Monte Negro para o Jornal “Londres em foco”!
                Ao acabar a reportagem Jake desligou a televisão e olhou para as caras assustadas de Rose, Mickey e Anne.
-Que tipo de coisa faz isso com um animalzinho? – Disse Anne
-Não certamente esse caso é nosso, nem um tipo de doença faria isso com uma criatura!
-Essa frase é minha Rose – disse Mickey – eu sou o responsável por pesquisar os casos aqui...
                Jake correu ao armário de ferro que fiava ao lado de uma janela de vidro do tochwood e começou a pegar algumas armas e equipamento que eles poderiam precisar. Mickey junto com ele gostava de armas pesadas isso os fazia se sentirem poderosos. Rose evitava carregar armas, ela seguia os princípios do Doutor, acreditava que a inteligência poderia vencer tudo e não tinha nada melhor do que uma arma improvisada como um cabo de uma vassoura ou uma velha porta de madeira. Tudo se usado de uma forma adequada poderia virar uma arma.
-Acham mesmo isso necessário? – perguntou Rose observando Mickey colocar um pesado colete preto, uma arma pesada nas costas, duas pistolas em cada lado dos rostos e para completar duas facas super amolada nas botas pretas de couro alto.
-Não sabemos oque estamos enfrentando... – ele respondeu
-Exatamente – disse Rose – e se precisarmos sair correndo, todo esse armamento vai te atrapalhar!
-Você não vai com agente, Anne? – perguntou Jake passando entre Mickey e Rose e indo ate a garota que estava mexendo no computador na mesma velocidade que seus fones ear-pods piscavam uma luz azul.
-Não, eu acabei de ter uma ideia ótima – ela disse – você vão amar...
-Mas é se precisarmos de você? – disse Rose
-Não vão precisar, as coisas mais técnicas eu já ensinei ao Mickey. E qualquer coisa é só me ligar...
-Não vou te deixar, esses fones estão me assustando! – disse Rose - Me fale logo no que você está pensando Anne...
                Anne meio que riu quando viu a face de Rose, os fones ear-pods para Rose era realmente assustadores aquilo a lembrava muito dos Cyberman e quando alguém perto dela usava aquelas coisas ela ficava inquieta, mesmo isso de uma hora para outra tendo virado um objeto de comunicação para alguns dos funcionários do Torchwood, tornando assim indispensável para quem quisesse falar rápido com outra pessoa. Rose preferia os celular, mesmo sendo lento, o momento em que ela levaria para pegar o aparelho e discar o numero e efetuara a chamada, só num clique e pensamento de quem queria se comunicar, uma pessoa com um  ear-pods já teria falado tudo o que queria.
-Rose... – disse Anne calmamente – os ear-pods ficam piscado assim quando penso muito. E se isso te acalma eu vou logo te falar! Estou trabalhando numa arma que seria capaz de acabar com os Daleks só em um tiro, aquelas criaturas poderiam voltar do vazio e o Torchwood teria que está pronto quando eles voltarem...
-Nossa que legal, Anne... – elogiou Mickey – continue trabalhando nisso! Agora vamos, Rose...
                Para dirigir pelo centro de Londres Mickey gostava de usar a velha vã de Ricky seu outro eu desse mundo paralelo. Claro que agora que ele trabalhava para o Torchwood ele fez alguns aperfeiçoamentos na vã, nem parecia ser aquela de outrora.
                Eles começaram pelas cosas próximas onde encontraram os cachorros mortos, ou melhor, onde encontraram o que sobrou dos pobres animais. Sempre quem atendia a porta era uma pessoa assustada, e pareciam ficar cada vez mais assustadas quando sabiam que o Torchwood estavam investigando e com as perguntas que faziam...
* * *
-Então a senhora escutou algum latido, ou algo estranho antes de notar os restos mortais do animal?
-Não, eu só desci para colocar o lixo lá fora quando vi...
-A senhora escuta algum roído a noite, ou sente que alguma coisa está vigiando a senhora pronto para atacar a qualquer momento?

-Eu não sei... – se assustou a velha olhando para os dois lados já com medo – eu nunca reparei nisso meu filho...
-Quando a senhora vai dormir a noite, sente alguma presença? Como se alguma coisa a observasse? Ou viu alguns olhos na calada da noite?
-OOOH Meu Deus! – a velha estava com medo já estava pra entrar em pânico – o que isso tem haver com a morte cruel daqueles pobre animais?
-Este mundo é maluco, senhora! – disse Mickey tomando anotação
-Mickey... – disse Rose atrás dele, interrompendo a entrevista, já era a terceira velhinha naquele dia que Mickey assustava com suas perguntas – acho que já chega, já temos o suficiente...
-O suficiente? Rose não temos nada – disse Mickey virando da velhinha para ela – ate parece que essa animais de uma hora pra outra morreram é como se as suas próprias sombras tivessem feito isso com eles... Isso é impossível...
-Vamos voltar para o Torchwood, já assustamos velhinhas demais hoje...

* * *

Naquela tarde, quando Rose já estava em casa, Londres ficou inteiramente assustada com o que eles assistiram no canal 23. A repórter Marisa Monte Negro falava do que se parecia um hospital. O titulo da noticia já era inteiramente assustador “Urgente: enfermeira encontra restos mortais de um recém-nascido”. Ao lado da reporte estava uma mulher usando um uniforme hospitalar, ela parecia que tinha chorado por horas, pois tinha manchas de lagrimas pelo rosto e estava com os olhos vermelhos, sua expressão era inteiramente assustada.
-Fale do começo senhorita, Magda! – disse a repórter – conte como foi quando você encontrou a criança, desde o começo!
-Foi tudo muito rápido... – disse a enfermeira tremula, era obvio que ela não era acostumada a dar entrevista, pois ela ficava envergonhada em olhar para a câmera então respondia as perguntas da repórter olhando para o chão – eu tinha acabado de verificar se... Ai meu Deus... Por que isso ocorreu?
-Se concentre senhorita, Magda! – Disse a reporte Marisa, essa tinha o pulso firme, em todas as suas entrevistas de tragédia, nada parecia a atingir, pelo contrario a deixava mais parecida com um urubu, sempre a procura de mais desgraça.
-Eu tinha terminado de verificar se elas estavam bem, e saí por poucos segundos para beber agua, o bebedouro fica no fim do corredor, foi quando escutei... – Magda não aguentou e teve que retirar um lenço de seu jaleco, pois lagrimas escorriam de seus olhos e ela não conseguia segurar...
-O que a senhora escutou, senhorita Magda? – inquiriu a repórter sem nem dar tempo para a enfermeira se recompor
-O – os choros dos bebês... – disse Magda afundando o rosto no lenço – todos eles começaram a chorar, todos ao mesmo tempo. Eu achei estranho, pois quando eu saí todos estava, calmos então voltei correndo... Cada passo perto da pediatria era difícil, pois os choros das crianças pareciam choro de desespero e a senhora não acredita o quanto é ruim ouvir aquilo... Quando cheguei na sala, as crianças se acalmaram mais, ao verificar as crianças uma a uma me deparei com a surpresa... – Magda virou o rosto, não queria que as câmeras a gravasse naquele estado, ela não conseguiu segurar o choro.
-O que você encontrou senhorita, Magda?
-O esqueleto do recém-nascido, aqueles vários pequenos ossinhos mal formados, bem pequenininhos, formando um pequeno esqueleto dentro da incubadora... O MEU DEUS! O que será que aconteceu?
-A senhora não viu mais nada de estranho? – perguntou a repórter calma, aquela calmaria dela, não era de se admirar, era mais para se ter raiva. Marisa Monte Negro era uma típica repórter sensacionalista nojenta, só se importando com seus interesses...
-Eu não sei... – chorou a enfermeira – eu estava muito desesperada!
-Bem, obrigada senhorita Magda, isso é tudo! – depois ela virou para a câmera e a imagem da TV deu um zoom no rosto dela – já estamos sabendo por fontes seguras que o Torchwood está no caso. O que mais me intriga é que esse hospital é perto do local de onde os animais foram encontrados mortos outro dia. Será que isso tem alguma ligação? É essa e outras perguntas que pretendo investigar, aqui é Marisa Monte Negro do hospital “O Cravo e a Rosa” para o...
                Antes mesmo que a repórter na TV tivesse a oportunidade de terminar a frase, Rose desligou a televisão. Na sala estavam Peter e Jackie Tyler todos encaram a TV desligada por um tempo absorvendo tudo que eles tinha acabado de ver.
-Não suporto essa Marisa Monte Negro... – disse Rose – ela faz tudo parecer assustador!
-Como assim? E isso não é Rose? – disse Jackie colocando sua mão em sua própria barriga – essas coisas começam a acontecer logo agora que posso ganhar meu bebê a qualquer momento? Isso não é justo!
-Mãe fique calma... – disse Rose – o Torchwood vai cuidar disso...
-E lá vem você de novo com essa historia de Torchwood, Rose – se irritou Jackie – Já mandei você para com isso, essas coisas podem um dia te matar minha filha. E dessa vez você não tem ele para te proteger...
-Querida fique calma! – disse Peter colocando a mão no ombro dela
-Querem mesmo que eu fique calma? – Disse Jackie – Rose querida, passe mais tempo em casa e menos tempo no Torchwood! O que tanto você procura lá?
-Mãe...
-Não, mãe nada... Eu vou para o meu quarto! – disse Jackie se levantando de supetão e começando a subir as escadas, a empregada Samira que estava por ali fingindo limpar o pô para prestar a atenção na noticia da TV foi prontamente ajudar Jackie a subir as escadas para não perder o equilíbrio por causa da barriga.
-Rose querida, você poderia passar menos tempo no Torchwood e mais tempo aqui com sua mãe, você não acha? - disse Peter depois que sua esposa já tinha subido as escadas com Samira
-Desculpa pai, mas no Torchwood me sinto mais perto do Doutor. E isso me dá esperança, se me afastar disso, tenho medo dos pesadelos voltar...
-Isso seria ruim... – Disse Peter se lembrando dos pesadelos que os Freyds causaram em Rose
-E agora que não posso me afastar pai – disse Rose – esta nova ameaça parece ser perigosa não só pra algumas pessoas, mas também para a mamãe, pois ela está carregando um bebê agora.
-Mas querida e se essa coisa for atrás de você? Parece que essas coisas estranhas tem um fascínio por você, Rose.
-Eu vou ficar bem papai – disse Rose rindo
-O que foi querida? – perguntou ele
-É bom falar isso... Papai... Passei tantos anos sem ter um pai, e de repente vem o Doutor e me ensina que tudo é possível ate ter meu pai de volta, é por isso pai, é por isso que eu acredito que posso ter o Doutor novamente.
-Você que sabe querida, nem eu e nem sua mãe conseguimos segurar você mesmo!
-Certo... – disse Rose abraçando seu pai e depois correndo ate a porta.
                A rua estava cinza, ainda tinha um pouco do cheiro sombrio do natal que tinha ido sim bora a poucos tempo, as arvores ainda estavam tentando se recompor depois de todo aquele frio intenso. O bom é que não tinha neve em mais lugar algum... Rose colocou sua mão no bolço e puxou o celular, rapidamente procurou o numero de Mickey na agenda e ligou para ele... Demorou um tempinho ate que ele atendeu...
“alô?”
-Mickey, onde você está?
“na casa de minha vó, Rose... Por quê?”
-Você viu a entrevista da reporte Marisa Monte Negro, aquela urubu?
“Não, o que aconteceu?”
-Deve ser por isso que você não me ligou!
“Como é?”
-Eu te explico depois, mas pare seja lá oque você esteja fazendo e me encontra no hospital “o cravo e a rosa”.
“Espera isso fica perto do...”
-Isso mesmo, Mickey. Aquelas mortes estranhas é um caso para o Torchwood!
“Mas Rose, olha a hora... Já é quase de noite, ele fecham a essa hora...”
-Mickey você se esqueceu? Trabalhamos para o Torchwood.

* * *
Para o azar de Rose e Mickey, a repórter Marisa Monte Negro ainda estava no hospital. Eles entraram no hospital com objetivo de dizer que eram agentes do Torchwood e começarem a investigar tudo a fim de tentar encontrar resposta para o que vem acontecendo só que aquilo mudava muita coisa. A repórter estava conversando com os enfermeiros, e eles parecia já estar impacientes com ela. Ao longe, Rose escutou partes da conversa dela...
-Vocês poderiam falar que o Torchwood é irresponsável, pois não apareceram por aqui ainda...
-Senhora, já chamamos a diretora do hospital, temos que fechar as instalações...
-Mas isso é mais importante... – argumentava ela
-Pois não? – disse a recepcionista para Rose e Mickey que tomaram um susto, pois estavam prestando mais a atenção no que estava acontecendo no corredor à direita deles.
-Com licença, qual é o problema aqui? – disse uma mulher elegante que tinha acabado de chegar ao corredor. Essa tinha o corpo sexy, cabelos desgrenhados que desciam como cachoeira negra por suas costas parando em sua bunda.
                Ate a recepcionista que estava por trás do balcão parou para olhar a mulher que tinha chegado ao corredor. Ela tinha um ar de superioridade, olhou para a repórter de cima, pois Marisa Monte Negro parecia pequena perto daquela mulher alta e de tamanco mais alto ainda, estava com um vestido preto comportado.
-Quem é você? – perguntou a repórter tentando não aparecer surpresa com a repentina aparição da mulher
-Nós avisamos para a senhora que tínhamos chamado à diretora do hospital – disse o enfermeiro que estava pedindo há pouco tempo para a repórter sair.
-Sim, obrigada Fernando, mas dispenso apresentações! – disse a diretora era toda cordial e educada, ela poderia usar as palavras mais pesadas, mas saiam todas com elegância de sua boca – eu sou a Madame Hillary, dona desse hospital, está na minha família a gerações e gostaria que a senhora, senhorita Marisa, parasse de ser um incomodo a saísse de minha instalações...
-Mas é claro senhorita Hillary, me desculpe qualquer coisa!
-É claro... – Hillary sorriu cordialmente
-Estou indo agora mesmo... – disse a repórter sem jeito
                A recepcionista percebendo que o que ela tinha que ver tinha acabado, achou melhor virar logo antes que Hillary a visse...
-Desculpem... – ela disse para Rose e Mickey em quanto à repórter saia do corredor e ia ao encontro deles para passar pela porta que dava acesso a rua - Mas o que querem, o horário de visita já acabou...
-Bem... Nós somos do... – Mickey foi interrompido por uma cotovelada de Rose
-Parentes... – disse Rose de repente e sorrindo para disfarçar – vimos à reportagem na TV e ficamos muito preocupados e tivemos que vim ver o nosso bebê
-Você são um casal? – perguntou a recepcionista
-Sim... – disse Rose dando outra cotovelada em Mickey
-Eu sinto muito, mas posso garantir que as crianças estão bem... Voltem amanhã cedo!
-Deixa que eu os acompanhe ate a saída – disse a repórter atrás deles, parecia que ela estava ouvindo tudo.
                Ela pós a mão no ombro de Rose e Mickey e junto os três saíram do hospital. Já na calçada do hospital ela começou a tecer sua teia do que poderia ser mais uma de suas noticias...
-Que mal educada são essa gente não são? – ela disse daquele jeito dela – quem já viu, não deixar um casal lindo como vocês não ver seus próprios filhos, isso não existe! Vocês querem dá uma entrevista para mim meus amores, vocês iriam aparecer no Londres em foco, todos os seus vizinhos ia vê-los...
-Primeiro – disse Rose tirando a mão da repórter de seu ombro – eu não sou seu amor e segundo, eu não estou a fim... Vamos Mickey! – Disse Rose seguindo na frente deixando a repórter para traz olhando-os sem entender oque houve...
-Rose por que você fez aquilo? – perguntou Mickey - nós poderíamos ter entrado, era só falar que trabalhávamos para o Torchwood.
-Eu não queria que aquela urubu soubesse que agente fosse do Torchwood! Anda vamos, amanha agente volta, vamos pra casa... É capaz dela ficar ali plantada a noite toda esperando uma oportunidade para falar mal de alguém ou ver mais uma tragédia.

* * *

             Naquela noite quando Rose entrou em sua casa, ela sentiu uma sensação diferente. Como se alguma coisa a observasse, ela sentiu medo pela sua mãe então foi ate o quarto dela para ver se ela estava bem. Estava sim, dormia tranquila com seu pai do outro lado da cama. Depois voltou para seu quarto, estava cansada, esse dia tinha sido muito corrido, ela precisava descansar bastante para enfrentar o outra que ela tinha certeza que seria bem mais agitado.

Naquela manhã todos foram acordados por um grito de horror, não se sabia a origem daquele grito logo de inicio, mas ele ecoava pela casa toda causando temor aquém o ouvisse, era Jackie Tyler que gritava a todo pulmão.
-Ela está morta, MEU DEUS DO CÉU! Alguém me ajude, Rose está morta!
Continua... ==>>

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