Seundo Arco - Parte 4
Tudo começou no
Brasil, rio de Janeiro para ser mais exato. Pode ate parecer um típico romance
de shakespeare, mas não é. Muito pelo contrario: Julieta e Romeu eram vizinhos,
suas famílias achava lindo o nome dos dois estarem combinando, eles queriam que
os dois começassem a namorar assim como no romance... Mas os dois jovens
simplesmente se odiavam e achavam aquilo muito perturbador, principalmente
quando saiam no meio da rua e os vizinhos ficavam apontando e comentando que os
dois iriam namorar e se casar algum dia.
A família dos dois sempre armava
situação para que os dois jovens acabassem juntos e vissem que eles tinham
potencial para formar um lindo casal. Ate que um dia Romeu e Julieta resolveram
se unir contra todos, o plano era fingir estarem namorando para que parassem de
perseguir os dois. Mas o tiro saiu pela culatra, os dois começaram namorando de
mentira e terminaram namorando serio, acabaram por se gostar e também começaram
a gostar muito das historias do folclore brasileiro, passaram a ler muito. Mas
infelizmente ainda eram perseguidos com vizinhos que falavam “eu não disse que
vocês dois iam acabar juntos?”, “pois é eu estava certa!”, “é tão indo o amor
de vocês...” e “blá, blá, blá...”. Romeu e Julieta quiseram se mudar para um
lugar onde não seriam mais motivos daqueles comentários e foram parar em Londres
onde foram muito felizes, Julieta numa idade um pouco avançada conseguiu ficar
gravida de uma linda menina.
Colocaram o nome de Hillary na
menina, e a criaram com muito carinho, lendo sempre historinhas do conto
Brasileiro, a menina cresceu ouvindo a musica de ninar “o cravo brigou com a
rosa...” Quando ela já estava com 12 anos de idade seus pais já estavam bem
velhinhos e não podiam ficar dando toda a atenção necessária para a menina, então
transformaram a enorme casa da família num hospital infantil, só assim a menina
teria sempre amiguinhos para brincar e caso acontecesse alguma coisa com o
casal de velhinhos eles já estariam perto do pronto socorro. A parte de baixo
era grande o suficiente para servir de hospital e a parte de cima serviria como
casa para eles. Foi à menina Hillary quem escolheu o nome do Hospital “O Cravo
e a Rosa” em homenagem a sua mãe que sempre a colocava para dormir ouvindo essa
canção de ninar, cada ALA do hospital tinha um nome que sempre lembrava alguma
historia infantil.
Quando a menina já estava com 15
anos perdeu seus pais, antes de morrer sua mãe tinha lhe dito que era para ela
ser educada com todos os funcionários e acima de tudo não menosprezar ninguém
só por que era dona do hospital e o melhor de tudo, era para ser feliz como
seus pais foram... Claro agora a menina tinha em mente que deveria parecer mais
velha e começou a usar roupas que cobria todo seu corpo e lhe dava aparência de
velha, só que ela não conseguia esconder suas belas curvas por mais que
tentasse, mesmo tentando ao máximo parecer velha ela não conseguia, só os seus
modos e a maneira rígida que ela tratava as pessoas, essas atitudes não eram de
criança. Hillary não se importava muito com a beleza, o que ela queria era
tocar pra frente o legado de sua família, tentando ao máximo cumprir as ultimas
vontades de seus pais, ser educada com todos e respeitável só que para isso
Hillary precisava aparentar ser mais velha.
* * *
-Espetinhos de salsicha? – disse
Mickey serio – para que você quer isso Rose?
-É isso que vai garantir a nossa
sobrevivência... – disse Rose começando a explicar quando ela foi interrompida
por Hillary
-Eu posso está louca, mas ouvi
você dizer para trazerem carros e passar com tudo por cima da porta do meu
hospital...
-Exatamente – disse Rose –
precisamos tirar toda essa gente daqui, e eu vou me aventurar sozinha por
dentro desse hospital procurando minha mãe, meu pai e meu irmãozinho e vamos
sair daqui todos vivos...
-Por mais que o Torchwood seja
poderoso... – começou Hillary – vocês não tem o direito de passar por cima do
negocio da minha família, essa propriedade tem valor sentimental para mim
mocinha...
-Mocinha? – riu Rose – quantos
anos você tem? 17? 18?
-Isto não te convém! – disse
Hillary
-Cuidado para não perder a classe
madame Hillary – a voz de Rose soou como se tirasse onda
-Eu tenho uma ideia melhor... –
disse Hillary tentando soar novamente tão educada o quanto ela era – uma que
não envolve “passar por cima das portas” como um bando de selvagens.
-E qual seria essa ideia senhora?
– perguntou Mickey todo cordial
-Bem, essas criaturas certamente
deve ter cortado a fiação que liga aos postes de energia, mas como todo bom
hospital esse daqui tem um gerador que ao ser acionado novamente aqui dentro
ficará tão claro quanto o dia. Será mais seguro aqui dentro do que lá fora...
-Mas para chegar ate os geradores
teremos que enfrentar esse escuro todo – disse Jake olhando para a parte escura
do hospital – será muito perigoso...
-Não graças a sua especialista –
disse Hillary – pelo que eu ouvi ela mandou trazer lanternas, nos vamos usa-las
para iluminar o nosso caminho e os espetinhos de salsicha vamos segurar na
nossa frente para o caso de ter alguma sombra com a criatura à salsicha ser
devorada primeiro nos dando a chance de dar meia volta.
-Ate que ela é boa... – disse Rose
– conseguiu adivinhar para o que eu queria usar as salsichas.
-E onde está este gerador? –
perguntou Jake
-Bem... – Hillary respirou fundo –
no porão...
Todos
começaram a fazer bagunça cada um falando ao mesmo tempo, ninguém queria se
arriscar voltar ate o porão, mesmo usando espetinhos de salsichas para se
proteger, não mesmo, era muito arriscado, os funcionários e os pacientes
achavam melhor derrubar a porta do hospital. E Hillary não estava disposta e
derrubar a única coisa que a fazia se lembrar de seus pais, o seu lar, a única
coisa que ela tinha em toda sua vida. De repente o celular de Rose soou e
quando ela atendeu recebeu uma péssima noticia.
-Pessoal, era do Torchwood! –
disse Rose – infelizmente nossos veículos pesados bons para derrubar muros e
essas coisas não estão em Londres, estão no Torchwood de Cardiff.
-Como é? – todos protestaram
-O Torchwood de Londres é mais
para desenvolver armas e combater e pesquisar aléns – explicou Rose - o
Torchwood de Cardiff que desenvolve esse tipo de tecnologia.
-Ótimo, só nos sobrou o porão... –
falavam todos assustados
-Pode ter outro jeito – disse um
enfermeiro – existe uma sacada, podemos fugir por lá...
-Mas é muito alto... – disse Mary
-Usamos alguns lençóis como corda
– disse um segundo enfermeiro.
Na
recepção tinha nada mais que uma mãe com seus dois filhos, um lindo casal um
garotinho de 10 anos e uma menina de 11. Tinha um senhor que tinha vindo deixar
seu neto com resfriado, mas ele tinha morrido na hora do pânico. Duas meninas
que assim como Rose estavam acompanhando suas mães gravidas. Tinha uma garota
de 17 anos que desconfiava está gravida e veio fazer os exames. Cinco
enfermeiros e três enfermeiras. Três agentes do Torchwood, Rose, Mickey e Jake.
A recepcionista, Mary e a dona do hospital, Hillary. Num total de 20 pessoas
para que as criaturas invisíveis se divertissem com eles...
-Agora eu preciso que todos vocês
peguem seus celulares digital! – disse Rose – e por favor, liguem o flex, o sol
já está se pondo, temos que usar tudo que temos a nosso favor.
O
sol se pós rápido, logo todos estavam na escuridão total, estavam de costa a
costa fazendo um circulo com o flex de seus celulares apontados para fora do
circulo. Estavam apavorados e sabiam que a bateria de seus celulares não iria
durar para sempre, agora aquele medo terrível de todo adolescente da bateria
acabar nesse momento seria justificável.
-Quem foi que disse que um dia
celular digital com flex não salvaria vidas? – Mickey tentou fazer graça.
-Muito inconveniente esse seu
comentário – disse Hillary.
No
meio do grupo, Mickey percebeu que Rose estava chorando baixinho para que
ninguém a visse. Ele a abraçou e esfregou seus ombros, as lagrimas de Rose
molharam seu ombro.
-O que foi Rose? – sussurrou ele
no ouvido dela – vamos sair dessa...
-Minha família Mickey... – ela
choramingou no ombro dele – acho que não sobreviveram, nessa hora essas
criaturas já os devoraram...
-Você ainda tem a mim, Rose... –
Mickey a abraçou mais forte
-É melhor você ficar bem longe de
mim... Todos que eu amo sempre acabam mau no final...
-Rose – disse Mickey sussurrando –
você precisa ser forte por essa gente, eles não podem ver um agente do
Torchwood chorando aqui, se não eles vão se desesperar e tudo vai acabar mal...
-Certo... – disse ela engolindo o
choro
-Agora eu e o Jake vamos ate o
porão ligar o gerador, caso Anne demore chegar com as lanternas, não podemos se
dar ao luxo de esperar essas baterias de celulares se acabarem...
-Eu vou com você! – disse ela
decidida
-Não, você fica aqui...
-Não, eu vou com você! – sussurrou
Rose decidida – só assim vou poder chorar o quanto eu quiser longe dessa gente.
-Muito bem pessoal... – disse
Mickey se levantando – eu vou ate o porão ligar o gerador, a agente Rose vai
comigo, vou deixar Jake aqui com vocês para o caso de acontecer alguma coisa.
Senhorita Hillary queira se juntar a nos para nos mostrar onde ficam os
geradores! E vamos ver, acho que vou precisar de mais cinco pessoas com celular
que tenha flex...
Ao
falar isso, todos ficaram olhando para alto, ninguém queria ser o escolhido,
sabia que era mais seguro ficar ali perto da saída, esperando a ajuda chegar.
Mas como ninguém se voluntariava coube a Mickey escolher quem iria com eles.
-Você! – disse Mickey apontando
para uma linda garota de cabelo cacheado que só estava no meio dessa confusão
para acompanhar sua mãe gravida – e vocês dois... – disse Mickey apontando para
dois enfermeiros que se olharam como se estivessem sido escolhidos para
morrerem na forca – e você... – Mickey apontou para Mary que levou a mão aboca
e chorou em desespero.
-Deixem a moça, eu me voluntario
no lugar dela... – falou um senhor que estava do lado dela
-Mas você nem tem celular
senhor... – disse Mickey
– é só essa mocinha me emprestar o
dela.
-Por que o senhor estar fazendo
isso? – Perguntou Mary entregando o celular dela a ele
-Bem... Eu vim aqui para consultar
meu neto que estava com resfriado – disse o velho triste olhando para um monte
de ossos no chão – vamos dizer que eu só estou desgostoso com a vida, eu tenho
menos motivo para viver...
-Bem... De qualquer forma, falta
mais um... – disse Mickey avaliando as caras assustadas dos que sobraram –
você... – disse Mickey apontando para uma enfermeira que engoliu em seco e
marchou para o lado de Mickey com o celular em mão como se estivesse andando na
prancha e lá em baixo tivesse um tubarão pronto para mata-la.
-Voltaremos logo... – disse Rose
tentando esconder a tristeza
Os
dois enfermeiros ficaram na frente lado a lado com Mickey iluminando o caminho.
A garota que não tinham perguntado o nome ainda, ia ao meio com Rose e Hillary
e a enfermeira e o senhor que se voluntariou estavam na retaguarda. Juntos como
um só corpo, bem iluminados, se continuassem assim chegariam sem problemas ao
porão.
A
sensação de andar por um hospital antigo totalmente escuro, com criaturas
habitando as sombras que te devoraria só em você sair da luz, e o pior, sem
energia para manter as luzes ligadas, se resumia em uma palavra, aterrorizante.
Eles estavam ouvindo um farfalhar de coisas assustadoras, como se oque estava
na escuridão tentasse falar com eles numa língua própria. As luzes emanadas dos
celulares criavam desenhos assustadores nas paredes do hospital e a cada passo
dado aquilo os deixavam com mais temor. Ninguém estava falando nada, estavam
atentos os movimentos de cada coisa, o som audível naquele momento era os
passos lentos que davam, seus corações acelerados e o farfalhar que a escuridão
estava dando naquele momento.
-Alguém falou o meu nome? –
perguntou Hillary
-Como é? – disse a menina do lado
de Rose, assustada.
-Eu ouvi alguém falar o meu
nome... – Hillary olhava para todos os lados tentando identificar de onde vinha
o som que todos achavam que só existia em sua cabeça.
-Não brinque com isso... – disse
Rose
-Você acha que eu sou pessoa de
brincar com isso? – Disse Hillary seria
-Não, você não brincaria com nada!
– disse Rose
-Vamos cantar, só assim nos
distraímos... – sugeriu a garota
-Que boa ideia, qual é seu nome?
-Alicia... – respondeu ela
-Vamos cantar uma canção que eu
gosto... – disse Hillary começando a cantar – o cravo brigou com a rosa, de
baixo de uma sacada, o cravo saiu ferido e a rosa despedaçada...
–O cravo brigou com a rosa... –
Alicia começou a cantar também, ela parecia conhecer a musica, diferente de
Rose e Mickey.
Continuaram
cantando por um tempo, ate alternavam entre uma canção de ninar e outra, mas
Hillary sempre insistia para voltar a cantar “o cravo brigou com a rosa”. À
medida que adentravam ainda mais no hospital mais o farfalhar ficava maior, era
como aquele chiado que ouvimos de quando em quando no nosso ouvido.
-Mamãe? – disse Hillary de repente
assustando a todos. Eles estavam passando próximos as escadas e Hillary olhava
para o alto da escada com um grande interesse como se visse alguém lá em cima.
-Hillary está tudo bem? –
perguntou Rose.
Hillary não se
deu ao trabalho de responder, ela tinha parado de andar e continuava olhando
para o alto da escada como uma lunática, aquilo assustou a todo mundo. De
repente Hillary fez uma loucura que todos gritarem “NÃOOOOO” ao mesmo tempo.
Ela saiu de dentro do circulo de luz e correu em direção as escadas. No meio do
caminho ela caiu no chão e começou a gritar em desespero e seu corpo ficou se
contorcendo como se tivesse levando varias descargas elétricas. Rose ia correr
para ajudar só que foi segurada do Mickey...
-Você não pode ajuda-la, Rose. –
disse Mickey serio – e não tem nada que podemos fazer...
-Mas ela não morreu ainda, os
outros viraram ossos instantaneamente.
Quando
Rose olhou para cima novamente a cena que ela viu nunca mais iria se esquecer
em toda sua vida, iria assombra-la em todos os seus pesadelos. Hillary estava
em pé olhando para eles com aquela carinha angelical, seus olhos estavam negros
como a noite, sua cabeça estava levemente inclinada para o lado. Ela os
encarava sem emoção e todos eles a olhavam de volta, parecia que ate tinham
prendido a respiração por um momento, estavam esperando acontecer alguma coisa.
-Hi... – Mickey ia falar o nome
dela. Mas de repente ele foi interrompido por uma risada muito medonha, Hillary
estava dando uma gargalhada tão assustada que gelou o coração de todos.
-Hillary? – riu ela – não pretendo
mais usar esse nome. Me chame agora de Hills... Olhem só para isso... – disse
Hills se tocando – essas roupas – sem mais nem menos Hillary começou a rasgar
suas próprias roupas e bagunçar mais seu cabelo, ela esticou sua própria bunda
e se deu um tapa – que corpo espetacular, tenho que usar alguma coisa que
valorize esse corpo.
Aquilo
partiu do assustador para o sexy de uma maneira muito impressionante, Hills se
tocava e rasgava partes do seu vestido como se estivesse conhecendo o seu corpo
naquele momento. Olhou de um lado para o outro e de repente subiu o resto das
escadas correndo.
-O que está acontecendo aqui? –
perguntou Mickey espantado com tudo aquilo
-Bem... – Rose tentou achar uma
explicação para tudo aquilo, mas só conseguiu ficar mais confusa.
-Vamos atrás dela ou continuarmos
o que estávamos fazendo? – perguntou um enfermeiro
-Não quero ir atrás daquela
doida... – choramingou Alicia
-Tudo bem, Alicia... – disse Rose
– não vamos seguir ela, nem sabemos para onde ela foi... Vamos continuar
Mickey.
-Vamos eu lembro o caminho... –
disse Mickey
-Eu também sei o caminho... –
disse o enfermeiro à esquerda de Mickey
Seguiram
o caminho guiado pelos enfermeiros. Vários dos funcionários sabiam onde ficava
o porão, não era só Hillary eles tinham sorte nessa parte, todos aqueles que
sabiam onde ficava o porão na certa sabiam onde ficava o gerador de energia.
Voltou a ficar aquele silencio assustador, e também não queriam cantar nem uma
musica, pois isso tornava tudo mais assustado depois do que aconteceu com
Hillary, digo Hills.
Quando
chegaram à porta do porão e começaram a descer a porta pé ante pé, tiveram
cuidado para não tropeçarem e cair. Mas era difícil, já viram o quanto é
difícil descer sete pessoas bem juntinhas uma escada estreita? Quando estava já
no finzinho da escadaria Alicia viu o esqueleto no chão do porão e começou a
gritar, ela fez um movimento rápido com os braços que desequilibrou a todos,
uns se seguraram nos outros, mas para o azar do destino a enfermeira que estava
mais atrás deles caiu da escada jogando seu celular longe, antes mesmo que ela
tivesse a chance de chegar ao chão seu corpo foi totalmente transformado em
ossos que caiu no chão virando um amontoado de osso assustador. Alicia se desesperou
ainda mais, gritou e só se acalmou quando Rose a abraçou...
-Quantos anos você tem, Alicia? –
perguntou Rose preocupada
-17 anos... – respondeu a menina
-Muito bem Mickey – Rose deu um
tapa nas costas dele
-Como eu iria saber?
-Mas dessa vez você foi muito
idiota...
-Rose, esse não é o momento! –
disse Mickey ríspido, ele não queria que todos soubessem do apelido que o
Doutor deu a ele um dia “Mickey o idiota”.
Já no porão o
enfermeiro mostrou o gerador para Micky e para a surpresa de todos estava
funcionando.
-Mas como? – perguntou Rose
-Bem... - Começou o enfermeiro
mais baixo – é um sistema de segurança do hospital. Quando a luz acaba os
geradores se acionam automaticamente mandando energia para as salas dos recém-nascidos
que não podem ficar sem os cuidados especiais.
-ÉEEEEEE... – Rose gritou de
alegria – Mickey sabe oque isso significa? Significa que eles estão bem, a
mamãe, o papai e o bebê estão bem!
-É Rose, mas agora você tem uma
escolha a fazer... Cortamos a energia que mantem seus pais vivos e a
transferimos para o resto do hospital para salvar as outras pessoas ou deixamos
assim e corremos o risco de todos morrerem?
Ao
terminar de falar isso o celular de Alicia alarmou, estava avisando que a
bateria estava descarregando...

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